terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Soneto da Adoração




Com o sabor depurado do mel

Dos meus lábios falo Jesus,
Rei da vida sem o fel
Que com o poder da luz

Apascenta o infeliz coração
E com sublime adorar
À Ele ergo minha oração,
Crente da doçura do amar.

Em Seu templo no Céu
Anseio poder fazer juz
Da verdade, coberto com o véu

Pedindo humilde, perdão
Para no coro cantar
Na eterna adoração.

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